Faça
a
sua
parte,
mesmo
que
seja
a
modesta
contribuição
do
silêncio.
Dê
a
mão
em
auxílio
a
alguém,
embora
não
disponha
de
mais,
além
dela.
Contribua
com
a
homenagem
do
seu
respeito
à
vida.
Ofereça
a
parcela
que
outros
não
sentem
inclinação
de
doar:
varrer
uma
casa,
lavar
o
chão,
enxugar
o
suor
num
rosto
doentio.
Proponha
a
palavra
simples
e
nobre
do
perdão,
quando
surgir
oportunidade
junto
aos
contendores
que
se
digladiam.
Sugira
o
olvido,
quando
corações
aflitos
desejarem
revidar
os
remoques
sofridos.
Apague
a
sua
presença
para
que
os
outros
sejam
vistos,
apesar
de
você
reconhecer
que
o
triunfador
não
é
aquele
a
quem
a
multidão
ovaciona.
Insista
no
burilamento
íntimo.
Você
sabe
que
os
outros
não
têm
o
dever
de
compreender
o
que
você
pensa,
enquanto
você
se
propôs
espontaneamente
a
todos
entender:
Neste
momento,
você
pode
construir
a
felicidade
no
coração,
facultando
novos
horizontes
à
alma
sedenta
de
luz
e
amplidão.