Fé...
Sempre
essencial
em
nossa
vida.
Fé...
Que
nos
mostra
o
caminho...
Fé...
Que
nos
faz
sentirmos
envolvidos
pela
Luz
Divina.
Sim,
a
fé...
Todos
sabemos
que
é
fundamental,
que
é
o
nosso
elo
de
ligação
com
o
Alto.
Mas
como
em
determinados
momentos,
nos
sentimos
fragilizados
diante
dos
acontecimentos
que
temos
que
enfrentar.
Aí
a
nossa
fé
parece
que
também
diminui,
cedemos
lugar
ao
desânimo,
à
descrença,
começamos
a
fechar
o
nosso
guarda
chuva
e
passamos
a
cada
vez
mais,
a
sermos
envolvidos
por
energias
densas,
que
injetam
sensações
desagradáveis
em
nosso
ser,
tornando
nossos
pensamentos
confusos
e
nos
levando
ao
encontro
do
desequilíbrio
espiritual.
Claro
que
nem
sempre
dá
para
ter
a
mesma
disposição,
estarmos
abraçados
com
a
eterna
alegria,
porque
há
dias,
que
mesmo
que
o
sol
esteja
brilhando
lá
fora,
nos
sentimos
tristes,
submersos
em
nossos
problemas.
E
aí,
achamos
que
a
nossa
fé
é
fraca
demais...
Porém,
a
fé
permanece
dentro
de
nós,
adormecida
sim,
mas
ela
continua
lá
no
nosso
íntimo.
E
é
no
nosso
íntimo
que
devemos
nos
voltar
para
reencontrar
e
acender
a
nossa
fé.
Quantas
vezes
buscamos
a
fé
em
diversos
locais?
Passamos
por
inúmeros
lugares,
nos
emocionamos,
acendemos
um
filete
de
esperança,
mas
depois,
tudo
se
vai
e
permanecemos
na
angústia?
Por
que
isso
ocorre?
Porque
a
fé
verdadeira
não
se
encontra
fora,
ela
está
dentro
de
nós.
A
fé
desperta,
quando
no
silêncio,
buscamos
pelo
encontro
conosco
mesmo,
quando
no
templo
da
nossa
alma,
nos
encontramos
com
o
Criador.
Então
é
fácil
demais?
Deveria
ser,
porém,
ainda
somos
crianças
espirituais,
e
como
tal,
temos
medos,
receios,
muitas
vezes,
voltar-se
para
o
seu
íntimo
assusta,
porque
para
isso,
iremos
estar
diretamente
visualizando
o
que
trazemos
conosco,
nossas
qualidades
e
fragilidades
e
acima
de
tudo
o
que
precisa
ser
mudado...
Sim,
porque
a
fé
verdadeira
se
acende
quando
buscamos
por
ela,
porém,
só
permanece
acesa,
quando
também,
iniciamos
nossa
reforma
íntima.
Porque
fé
está
diretamente
ligada
a
ação,
a
perseverança,
a
ir
adiante.
Se
todos
contamos
com
a
proteção
divina,
lembremos
que
a
espiritualidade
nada
pode
fazer
se
fecharmos
as
portas
do
nosso
coração.
A
fé
torna-se
nula,
se
com
ela
,não
buscamos
pela
renovação
de
nossos
passos.
Como
vencer
a
dor,
se
permanecemos
algemados
a
ela?
Como
enxergar
dias
melhores,
se
nossa
janela
íntima
permanece
fechada?
Como
ser
banhado
por
novas
sensações,
se
nossa
alma
encontra-se
trancada?
E
como
ser
envolvido
por
essa
poderosa
cúpula
de
proteção,
se
não
acreditamos?
Nos
abalamos
pelas
provas,
mas
esquecemos
de
compreender
que
elas
fazem
parte
do
nosso
processo
evolutivo
e
por
isso
devem
ser
encaradas,
porque
já
podemos
enfrentá-las
e
muito
aprender.
Também
devemos
compreender
que
se
estamos
num
mundo
de
provas
e
expiações,
é
porque
ainda
não
somos
perfeitos,
então
por
que
nos
angustiamos,
exigindo
a
auto
perfeição?
Aprendemos
a
cada
instante,
mas
ainda
há
muito
a
ser
aprendido.
Busquemos
como
Santo
Agostinho,
a
cada
noite
refletir,
analisar
o
que
foi
feito,
reconhecer
enganos
e
erros
e
ao
invés
de
nos
martirizarmos,
vamos
trilhar
na
manhã
seguinte
um
novo
rumo,
buscando
agora
pelos
acertos.
Foi
o
que
Paulo
de
Tarso
fez
depois
de
se
reerguer
do
chão
na
entrada
de
Damasco.
Buscou
por
um
novo
caminho
e
no
final
de
sua
jornada,
ao
olhar
para
trás,
compreendera
o
quanto
havia
evoluído,
que
os
erros
foram
resgatados,
que
vencera
a
cegueira
espiritual
e
que
havia
sim,
combatido
um
bom
combate
e
encontrado
a
paz
do
Mestre
Jesus.
E
isso
só
foi
possível
porque
deve
acima
de
tudo
fé
aliada
a
perseverança.
Com
ambas
foi
adiante,
transformando
o
deserto
que
habita
o
seu
ser
em
um
caminho
florido
que
levava
ao
Nazareno...
Saibamos
que
se
não
pudermos
fazer
o
melhor
que
a
situação
solicita,
lembremos
de
fazer
o
melhor
que
podemos,
sim,
podemos
fazer
algo,
o
nosso
melhor
e
aos
poucos,
vamos
progredindo
espiritualmente
e
sendo
capazes
de
mais
realizar
em
nosso
caminho.
Assim,
não
vamos
ficar
presos
aos
erros,
as
fragilidades
que
todos
temos,
porque
isso
só
atrasa
a
nossa
jornada,
só
impede
o
nosso
crescimento
espiritual.
Vamos
também
nos
amarmos
uns
aos
outros,
como
o
Mestre
tanto
exemplificou,
levemos
esse
amor
aos
que
encontrarmos,
por
que
ficarmos
esperando
pelo
amor,
se
já
podemos
amar,
se
já
podemos
semeá-lo?
Por
que
nos
ofendermos
se
não
recebemos
um
sorriso?
Por
que
então
não
sermos
nós
aquele
que
sorri?
Se
o
outro
não
é
capaz
de
saber
o
que
se
passa
no
nosso
íntimo,
também
não
somos
capazes
de
saber
o
que
o
aflige,
o
que
o
entristece.
Ao
invés
de
julgarmos,
levemos
esperança
e
sejamos
envolvidos
por
novas
sensações,
porque
onde
o
amor
se
encontra
tudo
se
transforma...
Caminhemos
lado
a
lado,
mas
jamais
esqueçamos
que
cada
um
tem
um
caminho
a
seguir,
mesmo
aqueles
que
mais
amamos,
aqueles
que
hoje
nos
são
tão
queridos,
por
mais
que
os
protejamos,
que
os
envolvamos
em
amor,
eles,
como
nós,
são
Espíritos
com
um
propósito
a
seguir,
com
passos
a
serem
dados
e
com
uma
estrada
que
apenas
eles
podem
caminhar.
E
também
há
uma
estrada
a
nossa
espera,
estrada
que
só
nós,
podemos
adentrar.
Estrada
que
terá
flores
e
espinhos,
que
terá
glórias
e
quedas,
mas
estrada
que
não
se
trilha
em
momento
algum,
sem
o
amparo
do
Alto.
Levemos
apoio,
esperança,
estendamos
a
mão,
mas
não
impeçamos
que
eles
voem
com
as
próprias
asas,
que
essas
asas
também
passem
por
feridas
e
que
depois
de
cicatrizadas,
novos
vôos
sejam
alçados.
Só
assim,
se
cresce.
Só
assim,
também
crescemos.
Todos
somos
irmãos,
caminhando
em
direção
do
Pai,
mas
não
esqueçamos
que
somos
Espíritos
em
evolução
individual.
Quando
o
Mestre
disse:
“
Brilhe
a
vossa
luz”,
era
para
que
a
nossa
luz
interna
brilhasse
e
depois
de
brilhar
e
iluminar
o
nosso
ser,
que
essa
luz
pudesse
se
juntar
as
outras
luzes
vindas
de
nossos
irmãos
de
evolução
e
aí
sim,
caminhássemos
de
mãos
dadas.
Todos
temos
uma
imensa
luz,
não
nos
apeguemos
a
luz
alheia,
pelo
contrário,
busquemos
pela
nossa
luz
e
com
ela
acesa,
vamos
nos
unir
as
outras
luzes
e
assim,
seguir
superando
as
trevas...
Tenhamos
a
nossa
essência,
quando
chamados
para
uma
tarefa,
por
mais
que
ela
nos
leve
a
posição
de
destaque,
não
nos
percamos
na
vaidade,
lembremos
que
somos
obreiros
na
seara
do
Pai
e
humildemente
cuidemos
com
amor
do
jardim
que
está
a
nossa
frente.
Não
permitindo
que
as
ervas
daninhas
do
orgulho
contaminem
as
flores
que
lá
se
encontram.
Se
nos
foi
concedido
um
talento,
não
foi
para
que
nos
vangloriemos,
mas
sim,
para
que
pudéssemos
servir
ao
Mestre,
expandindo
o
seu
Evangelho
por
onde
andarmos,
também
somos
seguidores
do
Mestre,
como
um
dia
foram
os
seus
discípulos.
Hoje
somos
aprendizes
do
seu
Evangelho...
Assim,
todos,
sem
exceção,
trazemos
nossos
talentos,
que
não
podem
ficar
ocultos,
mas
também,
não
podem
se
perder
nas
teias
da
vaidade.
Usemos
os
nossos
talentos,
mas
sempre
praticando
os
ensinamentos
ministrados
por
Jesus.
Ensinamentos
esses
que
encontram
sua
base
no
amor
,
na
caridade,
na
fé
e
na
humildade.
Não
percamos
a
nossa
essência,
porque
viemos
do
Pai
e
é
a
Ele
que
retornaremos...
E
a
quem
muito
foi
dado
muito
será
cobrado,
mas
isso,
não
é
motivo
para
temermos,
porque
se
estivermos
realmente
abraçados
aos
ensinamentos
do
Mestre,
muito
poderemos
fazer
e
no
momento
que
chegar
a
colheita,
serão
os
bons
frutos
que
apresentaremos.
E
voltados
para
os
passos
de
Jesus,
não
desanimaremos
quando
encontrarmos
a
desaprovação,
a
injustiça,
a
intriga,
a
ofensa
ou
o
julgamento,
olhar
que
questiona,
não,
não
desanimaremos,
porque
seguiremos
com
o
Mestre
ao
nosso
lado
e
recordando
que
Ele
jamais
desistiu
mesmo
sendo
coroado
com
espinhos...
Não
desistamos
também,
quando
em
nosso
caminho
surgir
a
forte
neblina
ou
as
nuvens
forem
escuras
demais,
não
desistamos.
Perseveramos,
olhando
para
a
frente,
mas
olhando
com
a
alma
e
só
assim,
enxergaremos,
mesmo
com
a
tempestade
se
formando,
um
filete
de
luz
a
brilhar
no
horizonte
e
confiantes
sentiremos
que
ele
nos
aguarda
e
que
passo
a
passo,
podemos
chegar
a
essa
Luz.
Tenhamos
disciplina,
não
aquela
disciplina
que
nos
leva
ao
pavor,
mas
sim
a
disciplina
do
comprometimento.
Tenhamos
comprometimento,
porque
se
fomos
chamados
para
a
seara
do
Pai,
não
foi
à
toa,
haverá
sempre
algo
que
poderemos
realizar
e
muito
temos
ainda
a
evoluir.
Perseveremos,
trabalhemos,
nos
aperfeiçoemos
e
acima
de
tudo,
abramos
nosso
coração
para
as
lições
de
amor
que
o
Mestre
a
cada
momento
nos
envia.
E
não
deixemos
que
essas
lições
de
amor
cheguem
até
nós
e
fiquem
paradas,
vamos
também
compartilhá-las.
Analisemos
como
anda
nossa
bagagem,
talvez
haja
muito
peso
inútil
sendo
carregado
e
dificultando
nossa
caminhada,
tornando
nosso
tempo
curto
e
nos
prendendo
as
aflições.
Paremos
e
reflitamos
sobre
nossos
sentimentos,
as
sensações
que
estamos
doando,
o
que
nossos
olhos
físicos
enxergam
e
o
que
estamos
fazendo
dos
minutos
que
nos
foram
concedidos
nessa
existência?
Nossos
sentimentos
são
nobres
ou
nos
sufocam?
Doamos
otimismo,
esperança,
apoio
ou
só
estamos
presos
a
malícia,
ao
fanatismo,
ao
pessimismo?
Nossos
olhos
enxergam
apenas
a
indiferença,
a
ingratidão,
a
antipatia,
a
mágoa
e
se
esquecem
de
enxergar
o
filho
de
Deus,
o
nosso
irmão
que
está
a
nossa
frente
e
como
nós
também
em
processo
de
evolução?
O
que
estamos
a
fazer
dos
nossos
dias?
Deixamos
que
eles
sejam
sempre
cinzentos
ou
buscamos
colori-lo
com
a
esperança,
com
a
confiança
de
que
sozinhos
não
estamos?
Depende
de
nós...
Se
ontem
foi
de
tristeza,
se
o
hoje
amanheceu
desanimado,
paremos,
paremos
agora
e
modifiquemos
nossas
vibrações,
busquemos
pelo
Alto
e
mudemos
os
rumos
dos
nossos
passos.
Despertemos
para
a
vida.
Levantemos
e
sigamos.
Podemos
sim,
nesse
instante,
escolher
outra
estrada
e
começar
a
trilhá-la,
indo
gradativamente
ao
encontro
da
nossa
renovação.
Fé...
E
para
onde
a
fé
que
começamos
a
falar
no
início
do
texto
foi?
A
fé
está
em
nós
!
E
a
fé
se
acende,
quando
passamos
a
refletir
sobre
os
caminhos
mencionados
acima.
Quando
não
condenamos
o
outro
nem
a
nós
mesmos.
Quando
abrimos
o
coração.
Quando
perseveramos
em
qualquer
tormenta.
Quando
usamos
nossos
talentos
e
somos
cooperadores
do
bem
na
seara
do
Pai.
Quando
combatemos
o
medo.
Quando
levamos
esperança
e
amizade.
Quando
permitamos
que
nossos
entes
queridos
sigam
o
seu
processo
evolutivo.
Quando
não
nos
reerguemos
mais
confiantes.
Quando
acreditamos
em
nossa
luz.
Quando
buscamos
pela
disciplina,
pelo
auto
aperfeiçoamento,
sabendo
o
quanto
as
provas
são
necessárias
e
benéficas
ao
nosso
Espírito.
Quando
o
outro
não
nos
sorrir,
sermos
nós
a
sorrir
e
perceber
como
receberemos
o
amor
de
volta,
porque
o
amor
não
morre,
apenas
adormece
diante
das
adversidades
que
a
vida
nos
impõe.
Cuidar
do
jardim
que
está
a
nossa
frente.
Trabalhar,
servir
e
amar.
Comprometer-se
com
a
oportunidade
de
reencarnação
que
nos
foi
concedida.
Assim,
a
fé
que
habita
em
nosso
ser,
se
fortalece,
se
alimenta
de
bons
fluidos
e
passa
a
nos
acompanhar
a
cada
instante.
Envolvendo-nos
numa
poderosa
e
luminosa
cúpula
de
proteção,
onde
nenhuma
sombra
consegue
nos
atingir.
Fé...
Busquemos
por
ela
e
com
ela
caminhamos.
Só
assim,
seremos
capazes
de
enxugarmos
sempre
a
mão
que
se
estende
em
nossa
direção.
Mão
do
nosso
Mestre,
o
Eterno
Pastor
a
nos
conduzir...
Que
brilhe
a
nossa
fé
!